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Álvaro Covões: “Seja Coldplay ou Pedro Abrunhosa, se o bilhete custa 40 euros e é revendido por 80, há 40 que é saco azul”

Álvaro Covões
Álvaro Covões
Rita Carmo

“É candonga mesmo: em Portugal, é considerado crime de especulação. Chegámos a contactar com pessoas que pagaram 1500 euros por bilhetes para o Harry Styles”. Álvaro Covões comenta, no Posto Emissor, a revenda de bilhetes para concertos dos Coldplay a preços muito superiores no mercado secundário

Álvaro Covões comentou, no podcast Posto Emissor, a detenção de pessoas por revenda, no mercado secundário, de bilhetes para os concertos dos Coldplay em Coimbra, a valores muito superiores ao preço original.

“Seja Coldplay, seja Pedro Abrunhosa, seja Richie Campbell: se o bilhete custa 40 euros e é vendido por 80 há mais 40 que é saco azul”, diz o diretor da promotora Everything Is New.

“Não se paga IVA, não se paga IRC, não se paga IRS, é candonga mesmo”, continua, “em Portugal, isso é considerado crime de especulação e não é permitido. Chegámos a contactar com pessoas que pagaram 1500 euros por bilhetes para o Harry Styles”.

Ouça a resposta completa a partir dos 20 minutos e 48 segundos.

A propósito dos concertos dos Coldplay, a BLITZ tem patente até 31 de maio, no Alma Shopping, em Coimbra, a exposição de fotografia “Coldplay em Portugal”, dedicada às várias passagens de Chris Martin e companhia pelo país. É de entrada gratuita.

Tem dúvidas, sugestões ou críticas? Envie-me um e-mail: blitz@impresa.pt

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