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Bravo! Ao 15º álbum, os Depeche Mode agarram-nos a alma pelos colarinhos

Depeche Mode
Depeche Mode
Anton Corbijn

Dave Gahan e Martin Gore chegam a 2023 embrenhados no luto por Andrew Fletcher, fundador e teclista da banda, vasculhando um emaranhado de emoções para lidar com a maior inevitabilidade da vida: a morte. Há muito tempo que os Depeche Mode não soavam tão seguros e certeiros: “Memento Mori” não é só um bom disco; é um dos melhores de uma carreira iniciada há mais de 40 anos

“Não olhem fixamente para a minha alma. Não brinquem com o meu coração” são duas das exigências que a voz robusta de Dave Gahan nos deixa no industrial, e existencialista, tema de abertura de “Memento Mori”, ‘My Cosmos Is Mine’. Curiosamente, é isso que os Depeche Mode parecem querer fazer com quem ouve as doze canções deste 15º álbum: agarrar-nos a alma pelos colarinhos e espremer-nos o coração.

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