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Angelo Badalamenti (1937-2022): um “anjo mau” com o coração nas pontas dos dedos

Angelo Badalamenti
Angelo Badalamenti
Getty Images

Começou a fazer música para David Lynch porque os Cocteau Twins eram “demasiado caros” e foi ao lado do realizador de “Twin Peaks” que criou algumas das suas obras mais emblemáticas. Com Marianne Faithfull e Tim Booth gravou ainda álbuns pop/rock que deixaram lastro. “Rimos do princípio ao fim do disco que fizemos juntos. Nunca tivemos uma discordância”, afirma o vocalista dos James na hora da morte de ‘Bad Angel’, aos 85 anos

Era uma das mais influentes vozes da composição musical para cinema das últimas décadas: Angelo Badalamenti inscreveu o seu nome no panteão dos criadores de bandas sonoras muito graças ao seu trabalho com David Lynch – criou música para “Veludo Azul”, “Twin Peaks” ou “Mullholland Drive”, por exemplo –, mas ao longo da sua vasta carreira trabalhou com outros realizadores, como Paul Schrader, Jean-Pierre Jeunet ou Walter Salles, e também com artistas como David Bowie, Nina Simone, Tim Booth ou Marianne Faithfull.

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