João Santos Duarte

João Santos Duarte

Jornalista

  • 5 anos do 15 de outubro. O fogo não venceu

    Sociedade

    5 anos do 15 de outubro. O fogo não venceu

    Cinco anos depois da tragédia, o Expresso atualiza as histórias de quem deu rosto e nome às vítimas dos incêndios de 15 de Outubro na reportagem multimédia “Pareciam Foguetes de Lágrimas”. Há casas que são casas outra vez, hortas viçosas, medos perdidos, corpos recuperados e até um bebé. Mas à noite, os sonhos ainda se iluminam a fogo

  • Salgueiro Maia: o capitão que quase enganou a tristeza. Veja o documentário

    Vídeo

    Salgueiro Maia: o capitão que quase enganou a tristeza. Veja o documentário

    A história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Salgueiro Maia, um herói português. Republicação do documentário do Expresso realizado em 2016

  • “A única coisa de que me arrependo é de não ter estado à altura da pessoa que encontrei na minha vida e que a marcou para sempre”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    “A única coisa de que me arrependo é de não ter estado à altura da pessoa que encontrei na minha vida e que a marcou para sempre”

    O filósofo Eduardo Lourenço, um dos maiores pensadores do nosso tempo, abre o livro da sua vida. Fala do passado, do seu grande amor, o gosto pela música, pelo cinema e comenta o futuro do país, da Europa e do mundo com uma lucidez, rapidez de raciocínio e vigor raros. Lourenço, que foi distinguido o ano passado com o prémio Vasco Graça Moura e é conselheiro de Estado do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa revela ainda um encantamento com Catarina Martins e Mariana Mortágua, “pequenos Fidel Castros”. No dia em que se soube da sua morte, o Expresso republica esta conversa íntima para ouvir no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Cruzeiro Seixas, numa das suas últimas grandes entrevistas: “Fui mais reprimido como homossexual depois do 25 de Abril”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Cruzeiro Seixas, numa das suas últimas grandes entrevistas: “Fui mais reprimido como homossexual depois do 25 de Abril”

    Era o último representante vivo do surrealismo português. Mário Cesariny foi o homem que mais amou: “Ainda me faz muita falta...”. Artur Manuel Rodrigues do Cruzeiro Seixas faleceu este domingo, a um mês de completar 100 anos, e por isso o Expresso recupera uma entrevista ao podcast "A Beleza das Pequenas Coisas", realizada em fevereiro de 2017. O pintor e poeta afirmava que só vivera metade do que queria e mantinha a curiosidade pelo amanhã. “Viver é uma loucura espantosa. É a maior loucura.” Sobre o passado, lamentava ter sido mais perseguido após a revolução, “enquanto o Partido Comunista esteve no poder”. A ideia de partir não o assustava. “Não estou preocupado para onde vou. Já andei por céus e infernos cá por este lado.”

  • Como chegar a presidente dos EUA sem ser o mais votado pelo povo (um guia para perceber isto e o demais)

    Eleições Americanas

    Como chegar a presidente dos EUA sem ser o mais votado pelo povo (um guia para perceber isto e o demais)

    02.11.2020 às 20h20

    João Santos Duarte

    Para se ser eleito para a Casa Branca não é preciso ter mais votos: o que conta é caçar o voto certo no sítio certo. Porque nem todos os votos acabam por contar o mesmo. Tanto que nos três presidentes já eleitos desde 2000 dois foram escolhidos para um primeiro mandato sem a maioria dos votos da população a que presidiram. Confuso? Neste guia em vídeo explicamos-lhe absolutamente tudo o que precisa de saber sobre as eleições americanas mais decisivas das últimas décadas: toda a história por trás da História de como tudo isto começou e de como as coisas hoje são como são, de como Trump agarrou a presidência em 2016 mesmo tendo menos quase três milhões de votos e ainda tudo aquilo que precisa para perceber o que se está a passar este ano

  • Como chegar a presidente dos Estados Unidos sem ser o mais votado pelo povo 

    Eleições Americanas

    Como chegar a presidente dos Estados Unidos sem ser o mais votado pelo povo 

    02.11.2020 às 19h53

    João Santos Duarte

    Para se ser eleito para a Casa Branca não é preciso ter mais votos: o que conta é caçar o voto certo no sítio certo. Porque nem todos os votos acabam por contar o mesmo. Tanto que nos três presidentes já eleitos no século XXI dois foram escolhidos para um primeiro mandato sem a maioria dos votos da população a que presidiram. Confuso? Neste guia em vídeo explicamos-lhe absolutamente tudo o que precisa de saber sobre as eleições americanas mais decisivas das últimas décadas: toda a história por trás da História de como tudo isto começou e de como as coisas hoje são como são, de como Trump agarrou a presidência em 2016 mesmo tendo menos quase três milhões de votos e ainda tudo aquilo que precisa para perceber o que se está a passar este ano

  • O capitão que quase enganou a tristeza

    Sociedade

    O capitão que quase enganou a tristeza

    A história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Um herói português. Salgueiro Maia nasceu há precisamente 75 anos e assinalamos o dia com a republicação de um documentário do Expresso de julho de 2016

  • Salgueiro Maia: o capitão que quase enganou a tristeza

    Sociedade

    Salgueiro Maia: o capitão que quase enganou a tristeza

    A história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Um herói português. Republicamos um documentário do Expresso de julho de 2016 no dia em que é inaugurada a Casa Museu Salgueiro Maia em Castelo de Vide

  • Porque é que ter o poder em Istambul é tão importante?

    Especiais Multimédia

    Porque é que ter o poder em Istambul é tão importante?

    22.06.2019 às 14h07

    João Santos Duarte

    Foi disputada ao longo dos séculos por impérios e conquistadores, e agora é o epicentro do mais recente sismo político na Turquia. As eleições para a câmara de Istambul estão a ser repetidas este domingo, depois dos resultados de 31 de março que deram a vitória à oposição terem sido contestados pelo partido do Presidente Erdogan. Ganhe quem ganhar, a cidade e o país estão divididos ao meio. Mas por que razão Istambul é tão decisiva? Reportagem vídeo na cidade que pode decidir muito sobre o futuro político da Turquia nos próximos anos