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Bandeira azul vai ser hasteada em 394 praias, apenas mais uma do que no ano passado. Norte destronou o Algarve

Praia fluvial de Azenhas D'el Rei, Alandroal
Praia fluvial de Azenhas D'el Rei, Alandroal
NUNO VEIGA/LUSA

Entre saídas, entradas e reentradas, o número de praias galardoadas pouco varia e corresponde a cerca de 60% do total de águas balneares nacionais. Fenómenos extremos como a seca e as enxurradas no final do verão passado estão entre as principais causas para a perda do símbolo de qualidade

A tendência crescente do número de Bandeiras Azuis registada nas últimas quatro décadas não se verifica em 2023. Este ano há apenas mais uma praia a receber o galardão do que no ano anterior. São agora 394 no total. E a razão para tal é o facto de haver mais saídas (12) do que novas entradas (9), a que acrescem quatro reentradas (Boa Nova no Norte, Infante, no Tejo, Piscinas Carrapacho e Praia, ambas nos Açores).

Uma das novidades é que a liderança das zonas balneares costeiras está agora a Norte (87 praias), destrona pela primeira vez o Algarve (85). Entre as praias novas contam-se quatro no Norte (Merelim de São Paio, praia dos Beijinhos, Pedras de Agudela e Seca), três no Centro (Esteiro de Ereira, Labrego e Cabedelo), uma no Tejo (Sorraia) e uma nos Açores (Calheta da Maia).

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