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Portugal é o sétimo país da Europa mais mal preparado para pagar em caso de catástrofes naturais

Portugal é o sétimo país da Europa mais mal preparado para pagar em caso de catástrofes naturais

Supervisor europeu fez análise dos custos que os países poderiam enfrentar em eventos catastróficos. Portugal fica mal na fotografia nos fogos florestais, mas a preocupação para o futuro até são os sismos

As grandes inundações que aconteceram nas duas primeiras semanas de dezembro em Portugal provocaram prejuízos ainda impossíveis de calcular. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa quis anunciar um fundo de 3 milhões de euros para apoiar comerciantes e famílias afetadas, para logo corrigir que a ajuda até podia ser superior, mas a verdade é que as cheias foram muito além da capital e as previsões de custos em Loures e Oeiras são muito superiores.

As seguradoras falaram em milhares de ocorrências, com indemnizações ainda por fechar; mas é certo que serão de “valores significativos”. Tudo isto num evento cujo risco, para o supervisor europeu dos seguros, nem é dos mais elevados no país.

Há outras catástrofes mais preocupantes, nomeadamente os fogos florestais e os sismos (ainda este sábado aconteceram na Madeira dois eventos deste género, ainda que sem danos de maior, e o ano começou com uma crise sísmica nos Açores), em que as necessidades que adviriam de tais eventos seriam muito maiores, de acordo com um estudo divulgado este mês pela Autoridade Europeia dos Seguros e Pensões Complementares de Reforma (EIOPA).

Portugal é, aliás, o sétimo entre os 30 países europeus analisados com uma situação mais preocupante a nível de cobertura para situações de catástrofes naturais.

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