Diário

António Costa, presidente do Conselho de uma Europa “unida, para o melhor e para o pior”?

robert ghement/ epa

O jornal “Financial Times” diz que o chefe do Governo português é o candidato “surpresa” para a presidência do Conselho Europeu, António Costa nega que esteja na corrida. Há um ano e meio, o mesmo jornal dizia que o ministro português das Finanças era o melhor candidato para presidir ao Eurogrupo, para o qual Mário Centeno seria designado pouco tempo depois

9 maio 2019 18:25

Marta Gonçalves

Marta Gonçalves

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Jornalista

Lusa

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“‘Ronaldo’ para o Eurogrupo”. O título era este e, até então, não seriam muitos que apontavam Mário Centeno para a liderança do Eurogrupo. Estávamos em novembro de 2017 e o jornal “Financial Times” publicava um artigo em que comparava o ministro das Finanças português a uma dos maiores da bola. Era o melhor candidato, escrevia. As previsões estavam certa, sabemos hoje. Sabemos também hoje que o “Financial Times” tem mais outra previsão: António Costa no Conselho Europeu. É o candidato “surpresa”, escrevem, não impossível. Costa nega que vá entrar numa “Guerra dos Tronos” e que seja candidato a um cargo na hierarquia europeia. Centeno também começou por dizer o mesmo.

“É muito elogioso, mas não sou candidato a nada a não ser às funções que exerço em Portugal”, garantiu o primeiro-ministro esta quinta-feira aos jornalistas quando chegava à cimeira informal de líderes da União Europeia em Sibiu, Roménia - e já lhe explicamos a importância deste encontro no Dia da Europa. “Não, eu não sou candidato. Agora, serei parte ativa na decisão de qual deva ser a equipa dirigente da UE a seguir às eleições europeias.”

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