Sociedade

“Quando isto passar é necessária uma avaliação à estratégia e aos meios”, diz investigador sobre combate ao fogo na serra da Estrela

12 agosto 2022 10:52

miguel pereira da silva/lusa

Aviões de combate a incêndios ficaram em terra durante 17 dias. “Andamos atrás do prejuízo”, refere o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses

12 agosto 2022 10:52

As operações no combate ao incêndio na serra da Estrela, já no sexto dia, tem sido alvo de críticas. “Quando isto passar, é necessária uma avaliação objetiva, incluindo às condições meteorológicas, à estratégia, às táticas e aos meios”, diz o investigador Duarte Caldeira, em declarações ao “Jornal de Notícias”.

Esta quinta-feira, cinco bombeiros ficaram feridos após um capotamento em Celorico da Beira e ficou a saber-se que aviões de combate a incêndios ficaram em terra durante 17 dias. “Perdeu-se a janela de oportunidade de o controlar na noite de sábado para domingo”, refere o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes.

“Talvez na fase inicial não se tenha avaliado adequadamente a magnitude de todo este processo”, confessa António Nunes. O presidente critica a falta de “intervenção musculada nalgumas zonas”: "andamos atrás do prejuízo”.