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Costa vs. Marcelo: “Não há feridas irreparáveis em política”. Como os politólogos veem a nova coabitação

António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa foram juntos ao jogo da seleção nacional de futebol com o Luxemburgo
António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa foram juntos ao jogo da seleção nacional de futebol com o Luxemburgo
MIGUEL A. LOPES/LUSA

A decisão de manter João Galamba no executivo marcou uma cisão entre Belém e São Bento. Este “marcar de posição” de António Costa enquanto chefe do Executivo pode ser um “risco”, mas Marcelo perde “influência” e “autoridade política”, dizem politólogos. Há quem defenda que Presidente “sai na mesma”

A relação entre António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa já foi boa, já foi assim-assim. Agora, com a decisão do primeiro-ministro em rejeitar a demissão de João Galamba, esta terça-feira, a clivagem nunca foi tão grande. “Quem tem as mãos no volante [do Governo] é o primeiro-ministro, mas o presidente também tem capacidade de influenciar. Aquilo que sabemos é que, neste caso específico de João Galamba, Marcelo não conseguiu persuadir António Costa e isso não é uma vitória”, disse ao Expresso Carlos Jalali, professor de Ciência Política na Universidade de Aveiro (UA).

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