Política

António Costa a Francisco Pinto Balsemão: “Em outubro de 2026 verei o que irei fazer a seguir”

29 dezembro 2022 23:00

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

António Costa e Francisco Pinto Balsemão na gravação do podcast “Deixar o Mundo Melhor”

Entrevistado por Francisco Pinto Balsemão, o primeiro-ministro mostra-se feliz com as atuais funções, diz que o PS é “sereno” e deixa tudo em aberto quanto ao seu futuro. Aqui pode ler o resumo desta parte do podcast “Deixar o Mundo Melhor” desta semana, que pode ouvir no site do Expresso

29 dezembro 2022 23:00

Tiago Miranda

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António Costa chegou bem-disposto ao edifício da Impresa para a entrevista a “Deixar o Mundo Melhor”, na semana anterior a mais um caso no seu Governo. A conversa prolongou 1h40 de gravação e ainda mais uma meia hora já de microfones desligados. Falou da infância, da escola (ver Revista E, pág. 88), da família e, claro, de política, num podcast que pode ouvir no site do Expresso e do qual aqui ficam as principais declarações políticas.

No PS está tudo calmo e tranquilo?

Não, o PS nunca está calmo e tranquilo, porque o PS é um partido felizmente bastante vivo e que se anima. Ganhou muita maturidade. Toda a minha geração foi muito marcada e traumatizada por aqueles 10 anos em que o PS dispôs de quadros extraordinários, como o Jorge Sampaio, o António Guterres, o Vítor Constâncio, o Jaime Gama, e em que levaram muito tempo todos a ajustarem-se entre si. E vivemos anos muito duros, de muita conflitualidade interna, aliás, para grande benefício do professor Cavaco e do PSD. A minha geração aprendeu que tínhamos de saber gerir as personalidades, os egos e as ambições de outra forma. As gerações seguintes aprenderam a que a vida interna do PS deve ser vivida com maturidade, o que não quer dizer que pensemos todos o mesmo e que não haja divergências. Agora, aprendemos foi a resolver entre nós as divergências.

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler.