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Caso Luísa Salgueiro: autarcas do PSD não se pronunciam, socialistas alegam “erro judicial grosseiro” e pedem intervenção da PGR

Caso Luísa Salgueiro: autarcas do PSD não se pronunciam, socialistas alegam “erro judicial grosseiro” e pedem intervenção da PGR
Rui Duarte Silva

Em respeito pela presunção de inocência, autarcas sociais-democratas não vão tomar posição sobre a condição de arguida de Luísa Salgueiro no processo Teia. Os socialistas advertem que todos os presidentes de câmara nomeiam os seus chefes de gabinete, tal a presidente da Câmara de Matosinhos, e solicitam a intervenção urgente da Procuradora-Geral da República

Hélder Sousa Silva e Isilda Gomes, líderes dos autarcas de PSD e PS, avançam ao Expresso que não vão retirar a confiança a Luísa Salgueiro enquanto presidente da Associação Nacional de Municípios (ANMP), após a autarca de Matosinhos ter sido constituída arguida na Operação Teia, ainda em fase de inquérito.

Ao Expresso, Isilda Gomes considera que a constituição de Luísa Salgueiro como arguida no caso Teia - processo que destapou, em 2019, uma rede de alegado tráfico de influências políticas gizada por Joaquim Couto, então presidente da Câmara de Santo Tirso - , “é um erro grosseiro” e, por isso, “não há razão alguma” para que Luísa Salgueiro tenha de deixar a presidência da ANMP. “Todos nós nomeámos os nossos chefes de gabinete, de acordo com a lei”, refere a presidente da Câmara de Portimão.

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