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Rio começa por recusar diretas, críticos podem dividir-se

Luís Montenegro apelou à "coragem" de Rio para ir para o ringue

Guerra no PSD Montenegro quer diretas já. Rio vai dificultar. Os ‘golpistas’ contra o líder ficarão fora das listas

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

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Jornalista da secção Política

Nuno Botelho

Nuno Botelho

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Fotojornalista

Primeiro, desvalorizar. Depois, recusar. Por fim, obrigar o adversário a fazer o caminho das pedras — é esta a resposta que a direção do PSD espera de Rui Rio, depois do desafio que Luís Montenegro lhe lançou esta sexta feira, para que tenha a “coragem” de marcar já eleições diretas. Rio começou por decidir que não aceitará o repto que Montenegro lhe lançou: porque é um institucionalista, porque não entra em “politiquice”, porque cumpriu sempre até ao fim os mandatos que assumiu e este não será diferente — o passado de Rio dará as respostas para lhe acutelar o futuro.

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