Opinião

XX - Nenhum homem decente lê sonetos de Shakespeare

Acabam aqui estas crónicas. Retiro-me com palavras do autor dos autores. Aquele a quem meus olhos veem ungido pela genialidade absoluta

20 abril 2020 18:21

Numa longa conversa telefónica com Albuquerque Mendes, sugeria-me há dias o pintor, não sem alguma malícia, mas com muita graça, que aproveitasse o ocasional papel de cronista para, liberto das apertadas regras do jornalismo, dar largas à imaginação quando assumo o pérfido papel de “voyeur” e olho através da janela para a rua.

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