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Guerra na Ucrânia

O aviso de Graeme Robertson: "Está claro que a transição será de Putin para Putin novamente; não haverá transição, será consolidação"

Graeme Robertson
Graeme Robertson
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Com a Alemanha a assinalar uma crescente ansiedade energética, Boris Johnson - fervoroso defensor da Ucrânia - a abandonar o poder e Biden com índices cada vez mais baixos de popularidade, o Ocidente arrisca perder a unidade, que vem conservando desde a eclosão da guerra. O autor e investigador Graeme B. Robertson antecipa que o país invadido venha a ter de sustentar uma espécie de conflito congelado, com um cessar-fogo fruto da pressão ocidental. Já Vladimir Putin deverá sair reforçado

Graeme B. Robertson foi diplomata em Bruxelas durante vários anos, antes de se dedicar à investigação e aos livros sobre a Rússia sob a governação de Vladimir Putin. Coordenou os esforços internacionais para apoiar a reforma da antiga URSS, e, mais tarde, discursou na conferência internacional da ONU sobre a ex-Jugoslávia. Hoje, na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos da América, Graeme B. Robertson leciona Ciência Política e Estudos Russos, do Leste Europeu e da Eurásia.

O autor de "Putin v. The People", "Revolution and Reform in Ukraine" e de "The Politics of Protest in Hybrid Regimes: Managing Dissent in Post-Communist Russia" conversou com o Expresso sobre o fortalecimento do regime de Putin desde a invasão da Ucrânia, sublinhando que a Ucrânia não deverá alcançar um acordo de paz, mas ver-se-á obrigada pelo Ocidente a aceitar um cessar-fogo que manterá o conflito congelado durante anos.

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