Transportes

Luís Rodrigues assume liderança da TAP na sexta-feira

Luís Rodrigues, presidente da TAP
Luís Rodrigues, presidente da TAP
Ana Baiao

Já está decidido: o novo presidente da TAP tome posse a 14 de abril, sabe o Expresso. Luís Rodrigues assume a liderança depois de três semanas sem visibilidade sobre quando iria entrar

Depois de na terça-feira Manuel Beja, presidente do conselho de administração da TAP, ter afirmado no Parlamento, na Comissão Parlamentar de Inquérito, que não sabia quando iria sair da companhia, soube-se esta quarta-feira, que as Finanças irão dar posse ao novo presidente, Luís Rodrigues, já esta sexta-feira, dia 14 de abril.

Não haverá um despacho, será uma deliberação da TAP em Assembleia Geral, sabe o Expresso. Um reunião onde será aprovada as saídas de Manuel Beja e Christine Ourmières-Widener, presidente da Comissão Executiva. exonerados no passado dia 6 de março, na sequência do relatório da Inspeção-Geral das Finanças.

Luís Rodrigues irá substituir Christine Ourmières-Widener, e assumirá em simultâneo o cargo de presidente da comissão executiva e do conselho de administração. É na prática um regresso a casa, Luís Rodrigues já foi administrador da TAP, na equipa de Fernando Pinto. Vem da açoreana SATA; onde entrou no final de 2019 e esteve a liderar o processo de reestruturação da empresa. Vem com a missão de pacificar a companhia e prepará-la para a privatização.

Na TAP, de onde saiu em 2014, Luís Rodrigues foi administrador com responsabilidades em, várias áreas, nomeadamente a manutenção do Brasil e a Groundforce.

O novo presidente da TAP contará na sua equipa com Mário Chaves. o gestor que era o seu braço direito na SATA para a área operacional, e que é desde 01 de março presidente da Portugála. Mas já teve uma baixa, Sílvia Mosquera, administradora para a área comercial sai em junho.

Luís Rodrigues aterrou na SATA no final de 2019, pouco antes da pandemia. Enfrentou um processo de ajudas de Estado ilegais à SATA, e um plano de reestruturação, depois de anos sucessivos de prejuízos que rondavam os 50 milhões de euros.

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