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Sistema financeiro

Preparem-se para o impacto: bancos vão ter de reagir ao pior cenário de sempre nos novos testes de stress

Paulo Macedo, presidente da CGD, e Miguel Maya, do BCP, têm de definir planos de igualdade de género, com metas a cumprir
Paulo Macedo, presidente da CGD, e Miguel Maya, do BCP, têm de definir planos de igualdade de género, com metas a cumprir
José Fernandes

PIB a cair por três anos, inflação anual sempre acima de 5%, juros em alta e desemprego a subir até aos 11% em 2025: é a este o enquadramento a que os bancos europeus (incluindo CGD, BCP e Novo Banco) serão sujeitos para perceber como reagem a choques

Tempos diferentes exigem cuidados diferentes e a Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla inglesa) lançou novos testes de stress para os bancos europeus em que os cenários que vão enfrentar são muito mais gravosos, à luz da atual situação mundial. Nunca se criou uma hipótese com uma quebra da economia tão acentuada como aquela que lá vai constar. “É improvável que se concretize”, mas é preciso saber como a banca reage.

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