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Economia

Tudo parou em Campo Maior para a despedida: o último obrigado ao "Senhor Rui"

Campo Maior prepara-se para se despedir de Rui Nabeiro definitivamente, mas muitos sabem que será uma figura sempre presente na terra e nas histórias de todos os campomaiorenses

A população de Campo Maior faz questão de marcar presença em peso no último adeus ao Comendador Rui Nabeiro. Um dia que dizem ser triste, enquanto se despedem, nesta terça-feira, de alguém a quem a terra muito deve e uma figura que será irrepetível.

A vila de Campo Maior amanheceu serena, mas as ruas estreitas do centro histórico estão condicionadas, pois esperam-se as mais altas entidades da nação para o último adeus a Rui Nabeiro.

Entre a população cumprem-se as rotinas e prepara-se a presença num momento que dizem ser obrigatório, quase sempre pelos mesmos motivos.

As últimas compras do dia, um último café e à mesa recorda-se o legado e a vida do empresário que deixou uma marca humana e solidária por todos reconhecida.

Comércio, serviços, tudo para para acompanhar o corpo de Rui Nabeiro até ao cemitério de Campo Maior. A vila cumpre cinco dias de luto municipal, mas no coração dos campo maiorenses, o sentimento de perda durará muito mais tempo.

Parte o homem mas fica a obra.

Todos o viam como amigo, poucos houve nesta vila a quem não estendeu a mão para ajudar. Campo Maior despede-se de forma emocionada desta figura com uma frase simples, mas certeira: obrigado senhor Rui.

O empresário

Rui Nabeiro morreu no domingo, no Hospital da Luz, em Lisboa, onde estava internado devido a problemas respiratórios.

As cerimónias fúnebres decorrem na Igreja Matriz de Campo Maior, desde as 12:00 desta segunda-feira, seguindo-se, na terça-feira, a partir da mesma hora e na mesma igreja, a missa de corpo presente, informou a família. O cortejo fúnebre seguirá, depois, em direção ao Cemitério Municipal da vila.

Manuel Rui Azinhais Nabeiro nasceu em Campo Maior, vila do interior do país, no distrito de Portalegre, junto à raia com Espanha, em 28 de março de 1931.

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