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Economia

Patrões cerram fileiras contra alterações às leis do trabalho e acusam Governo de ceder à agenda do PCP

Ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho.
Ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho.
MÁRIO CRUZ/LUSA

Confederações patronais rejeitam o apertar do cerco ao trabalho temporário, à contratação a termo e ao ‘falso’ trabalho independente previsto na “Agenda do Trabalho Digno”. Presunção de laboralidade nas plataformas digitais também é recusada. Já os sindicatos defendem que é preciso ir mais longe

Um rotundo não. É esta a resposta dos patrões à intenção do Governo de mexer na legislação laboral, no seguimento das propostas inscritas na “Agenda do Trabalho Digno e valorização dos jovens no mercado de trabalho”. A agenda, apresentada aos parceiros sociais a 21 de julho, inclui 64 propostas, do reforço da proteção dos jovens, à dinamização da negociação coletiva, passando pela conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar. Mas, é o combate à precariedade – com um apertar do cerco ao trabalho temporário, aos contratos a prazo e ao ‘falso’ trabalho independente – e o reforço dos direitos dos trabalhadores das plataformas digitais, que mais preocupa os patrões.

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