Rui Vilar vai abandonar a presidência do conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) no final do presente mandato. Com a perspetiva de o plano estratégico acordado com a Comissão Europeia ser concluído com sucesso em dezembro, o jurista, que liderou o banco público por 11 anos (ainda que em alturas diferentes), vai agora abandonar as funções. O novo conselho de administração está a ser desenhado para eleição em 2021.
“A minha decisão é de não disponibilidade.” São palavras que Rui Vilar escreve num testemunho enviado ao Expresso sobre a opção de não ser reconduzido como presidente do conselho de administração, cargo para o qual foi eleito em 2016, se essa fosse uma intenção do Ministério das Finanças.
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