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Governo espera mais 100 mil pessoas com passes baratos

O secretário de Estado José Mendes considera que a redução dos tarifários nos transportes “é provavelmente a medida de coesão social mais disruptiva da ação do Governo durante toda a legislatura”

LUÍS BARRA

Lisboa recebe €72 milhões e o Porto €15 milhões para reduzir tarifas nos transportes

Pedro Lima

Pedro Lima

Editor-adjunto

A descida dos preços dos passes sociais em Portugal, anunciada em outubro do ano passado para arrancar a 1 de abril, deverá trazer mais 100 mil pessoas por ano para os transportes públicos, segundo as contas do Governo. Isso significa mais 63 milhões de viagens adicionais por ano e menos 73 mil veículos a circular nas estradas, assim como a redução de 72 mil toneladas de emissões de dióxido de carbono. “São 46 milhões de viagens em automóvel que deixarão de se realizar”, disse ao Expresso o secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, José Mendes, para quem o Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART) “é provavelmente a medida de coesão social mais disruptiva da ação do Governo durante toda a legislatura, porque reduz fortemente o valor do tarifário e aumenta muito o acesso das pessoas ao transporte público”.

Esta semana José Mendes assinou, em conjunto com o secretário de Estado do Orçamento, João Leão, um despacho, que será publicado na segunda-feira em “Diário da República”, onde ficam elencadas as condições em que este programa será aplicado. “O PART tem como desígnio aumentar o acesso das pessoas ao transporte público e minimizar as externalidades que estão associadas ao sistema de transportes em Portugal, que assenta ainda muito na utilização de veículo privado”.

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