Diário

Começam as audições sobre a CGD que vão revelar se alguém mentiu ao Parlamento

25 março 2019 18:23

Diogo Cavaleiro

Diogo Cavaleiro

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Jornalista

Na audição de quarta-feira, depois de serem ouvidos os responsáveis da auditora EY, o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, tem de explicar aos deputados a sua intervenção em créditos problemáticos que a CGD concedeu, entre 2004 e 2006, quando era administrador

luís barra

A segunda comissão parlamentar de inquérito à Caixa Geral de Depósitos, que inicia esta terça-feira os trabalhos com as audições à auditora Ernst & Young e ouvirá depois o atual governador, Carlos Costa, e o ex-governador Vítor Constâncio, pode dar o que a primeira não deu: conclusões. Constâncio é um dos que não prestou declarações presenciais em 2017 e que agora se vai explicar. Mas há dados que arriscam ficar no segredo dos deputados. Até porque já se começa a colocar uma questão: “O que fazer com a informação toda?”

25 março 2019 18:23

Diogo Cavaleiro

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Jornalista

“Averiguar as contradições entre as declarações proferidas publicamente, incluindo em comissões parlamentares de inquérito anteriores, e as informações do relatório de auditoria da Ernst & Young (EY), nomeadamente sobre a concessão e renovação de créditos.”

Este é um dos pontos que faz parte dos objetivos inscritos para os trabalhos da II comissão parlamentar de inquérito à recapitalização e gestão da Caixa Geral de Depósitos, e o relatório da EY que elencou os principais devedores em incumprimento do banco público e os problemas na sua origem será esmiuçado já esta terça-feira, 26 de março.

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