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Há 15 homens presos num ‘buraco de rato’. “Apenas Deus pode ajudar a mantê-los vivos”

As minas conhecidas como ‘buracos de rato’ são cavadas pelos próprios moradores, com o carvão a ser retirado através de fendas estreitas e horizontais. Este tipo de exploração foi proibido em 2014, mas manteve-se de forma clandestina

Getty Images

Já quase ninguém acredita que possam ser resgatados vivos 15 mineiros que ficaram encurralados numa mina de carvão em Meghalaya, Índia, a 13 de dezembro. Ao 14º dia, apenas a fé desafia a falta de meios adequados

Mafalda Ganhão

Mafalda Ganhão

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Jornalista

À superfície, as equipas de resgate tentam abrir caminho com recurso a maquinaria e fazem-no com o mesmo fervor e empenho das 15 famílias que rezam. Para umas e outras parece cada vez mais improvável ser alcançado o objetivo comum - recuperar sãos e salvos os 15 mineiros presos no interior de uma mina na região indiana de Meghalaya - mas ninguém está disposto a cruzar os braços.

O relógio não é o único mas é também um inimigo. Passaram 14 dias e cada minuto que passa estreita a hipótese de um final feliz. As declarações oficiais sublinham a descrença ao admitirem ser quase impossível encontrar sobreviventes; é igual nos jornais, que chamam à memória um acidente anterior, em 2012, onde pelo menos outros 15 mineiros morreram sem nunca terem sido recuperados os seus corpos.

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