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Com couscous, bastila e tagine, neste restaurante marroquino de Lisboa, são os portugueses que ganham

Com couscous, bastila e tagine, neste restaurante marroquino de Lisboa, são os portugueses que ganham
Liderado por um marroquino nascido em Marraquexe, o restaurante anuncia que a seleção dos pratos servidos é digna de um campeão. Conte com os tradicionais couscous, bastila e tagines, ainda que neste Marrakesh lisboeta as influências gastronómicas se estendam até ao Médio Oriente.

Mustafa, com 50 anos - praticamente metade a viver em Portugal - assume que, apesar de não ter muito tempo para ver jogos de futebol, este sábado, dia 10 de dezembro, vai estar de coração dividido. Já assim foi, a 20 de junho de 2018, quando as seleções de futebol de Portugal e Marrocos se defrontaram em Moscovo, e o jogo terminou com uma vitória da equipa das Quinas por uma bola a zero.

Agora, os dois países voltam a enfrentar-se nos quartos de final do Campeonato do Mundo 2022 no Catar. Este ano, o jogo é às 15h00 no estádio Al Thumama, com transmissão em direto na SIC, e Mustafa já pode deitar um olho à televisão, uma vez que a hora de maior movimento, a de almoço, já terá terminado.

Restaurante Marrakesh

Mustafa chegou a Lisboa em 1994, abriu o restaurante Marrakesh, no dia 4 de setembro em 2015, e hoje já se sente “meio português”. Começou a cozinhar pratos típicos portugueses, como bitoques, açordas e gambas à guilho, entre outros pratos que integram a oferta de uma cervejaria, até ao dia em que, por convicção, decide estabelecer-se em nome próprio. Inaugurou o restaurante Marrakesh, em homenagem à cidade de Marraquexe, que o viu nascer e que, assume, não trocava por Lisboa.

Restaurante Marrakesh

“A nossa seleção está a ir muito bem, mas a seleção dos pratos que preparamos é campeã aqui em Lisboa. Almoços, jantares e comemorações, sabe bem que o Marrakesh está de portas abertas”, pode ler-se na última publicação do restaurante nas redes sociais. E afinal, que seleção é esta?

Vai a jogo com “Chamuças de frango” (€1,75), “Onion bhaji” (€2), pastéis de cebola frita, farinha de grão, coentros e especiarias, ou com “Ovos mexidos com carne seca” (€8,50). À defesa surge com as “Bastillas”, uma massa folhada recheada com galinha ou mariscos, e temperos doces. Há a “Dial djad” (€13,50), recheada com frango, ovos e amêndoa, e a “Dial lhout”, com camarão, peixe e molho vermicelli.

Restaurante Marrakesh

Para o meio da refeição, o restaurante Marrakesh avança com o tradicional borrego, que chega à mesa nas versões "Lamb curry” (€13,50), feito com cubos de borrego com molho de tomate e caril à indiana, e “Lamb Kahari” (€13,75), que junta aos cubos de borrego a cebola, o gengibre, pimentos e as especiarias. Os “Couscous” podem ser de “Vitela” (€14), de “Frango” (€13,50), “Borrego” (€14,50) ou “Bel khodra” (€12), uma versão vegetariana. Há ainda seis “Tagines”, (a partir de €12), cinco tipos de “Tandoori”, ou seja, grelhados (a partir de €12,50), e “Saag gosh” (€12,50), cubos de carne de vaca com espinafres, cebola, tomate, natas e especiarias.

Restaurante Marrakesh

Para a frente, ou seja, para o final da refeição, o restaurante Marrakesh (Avenida Conde de Valbom, 53, Lisboa. Tel. 919748920) ataca com “Baklava” (€1,20), “Chabakia” (€1,20) e com “Kaab gazal” (€1,50). O restaurante está aberto diariamente, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 23h00.

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