Saber dizer adeus é tão importante como acolher quem chega
DAMOS 4 DICAS
O final do ano é sempre uma época de mudanças. Muitos profissionais veem-no como um fim de ciclo e um incentivo para mudar de vida e começar de novo. Não há grandes dúvidas de que um bom processo de acolhimento à chegada aumenta em muito a capacidade de as empresas reterem talento
Se não conseguir mesmo evitar a sua saída para a concorrência, saiba que saber dizer adeus a um profissional que abandona a empresa é tão ou mais importante do que recebê-lo bem quando chega
1.
Não encare a demissão como algo pessoal
Não pode levar a mal que um trabalhador queira mudar de vida, sobretudo se for alguém relevante na empresa. Questione o que motiva a saída e, se for caso disso, ofereça uma contraproposta
2.
Não anuncie despedimentos em massa
Se não é o trabalhador que quer sair, mas é a empresa que precisa de redimensionar a equipa, deve gerir o processo com pinças. Durante a pandemia, algumas empresas procederam a despedimentos generalizados via Zoom ou e-mail. É uma má ideia. Demonstra desrespeito pelos visados e para os que ficam é um mau sinal
3.
Reformas não são demissões
Não trate a reforma como apenas mais uma demissão, pois é o corolário de quem trabalhou toda a sua vida para chegar a um ponto em que já não precisa de trabalhar para viver. Promova um convívio com a equipa, reconheça o seu contributo para a empresa e assegure-se de que essa pessoa sai com uma boa memória do empregador
4.
Escute quem sai
Reúna-se com quem sai para saber o que correu bem e mal, caso contrário estará a perder a oportunidade de melhorar a sua retenção e corrigir erros. Inclua os trabalhadores temporários, se os tiver, neste processo. Saber por que razão saem os melhores é o caminho mais direto para os reter
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TEXTO: EXPRESSO
FOTOGRAFIA: GETTY
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