Restos mortais de Eça de Queiroz vão ser trasladados para o Panteão Nacional
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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou esta quarta-feira (12 de abril) que os restos mortais do escritor Eça de Queiroz serão, brevemente, trasladados para o Panteão Nacional, quando discursava no Centro de Congressos de Lisboa, após a posse dos novos órgãos sociais da CIP – Confederação Empresarial de Portugal.
A Assembleia da República aprovou, por unanimidade, em janeiro de 2021, um projeto de resolução do PS para "conceder honras de Panteão Nacional aos restos mortais de José Maria Eça de Queiroz, em reconhecimento e homenagem pela obra literária ímpar e determinante na história da literatura portuguesa".
Esta resolução surgiu em resposta a uma incitação lançada pela Fundação Eça de Queiroz, nos termos da lei que define e regula as honras de Panteão Nacional, destinadas a "homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao país".
Eça de Queiroz, nasceu em 1845, na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, e foi autor de contos e romances, entre os quais "O primo Basílio", "O crime do padre Amaro", "A ilustre casa de Ramires" e "Os Maias", cuja obra gerações de críticos e investigadores na área da literatura consideram o melhor romance realista português do século XIX.
O escritor morreu a 16 de Agosto de 1900 e foi sepultado em Lisboa.
Em setembro de 1989, os seus restos mortais foram transportados do Cemitério do Alto de São João, na capital, para um jazigo de família, no cemitério de Santa Cruz do Douro, em Baião, sendo que agora serão trasladados para o Panteão Nacional.
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TEXTO: LUSA
WEBSTORY: EMÍLIA CARDOSO,
EDITADO POR TIAGO SERRA CUNHA
FOTOGRAFIA: DIREÇÃO-GERAL DO PATRIMÓNIO NACIONAL E WIKIPÉDIA
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