O líder da Juventude Socialista é um dos jovens mais próximos de Costa — e leva-lhe “propostas”. Quais são? E como faz para o convencer?
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POLÍTICA
Miguel Costa Matos, que voltou a ser eleito líder da Juventude Socialista este mês, entrou para o Parlamento com 25 anos, em 2019. Hoje já não é o deputado mais novo, mas é um dos jovens mais próximos de António Costa
Reconhece que os jovens estão cansados das “quatro crises” que já viveram, que os pode levar a um “voto de protesto”. E leva "propostas” ao primeiro-ministro. Mas, afinal, quais são? E como faz para convencer Costa?
1.
Qual a influência do líder da JS nas decisões do Governo?
Propostas, justificações e custos – são estes os três ingredientes que a JS leva a Costa nas reuniões “regulares”, mas sem ”periodicidade fixa" que têm com o primeiro-ministro
Miguel diz que tem prioridades: medidas de combate às alterações climáticas ou de apoio à saúde mental
2.
Que medidas quer convencer Costa a aprovar?
Além da legalização da canábis, que Miguel Costa Matos vê como uma “causa estruturante na saúde pública”, o presidente da JS aponta a causa da saúde mental como uma das grandes bandeiras da organização socialista
A inclusão de psicólogos nas equipas de saúde da medicina no trabalho é uma das propostas da JS que está a “ser trabalhada” junto do Ministério do Trabalho
3.
O PS está a aproveitar a maioria para implementar medidas para os jovens?
Apesar de nove meses de uma maioria absoluta que diz ser de “muito trabalho”, Costa Matos reconhece que “mais trabalho aí vem”
Quando lhe perguntamos sobre os últimos sete anos de governação socialista, o líder da JS não evita aquilo que chama de “fait divers” e “conjunto de infortúnios” que têm atribulado o seu partido
4.
Como é que os restantes jovens podem chegar a Costa?
Os membros da JS são alguns dos jovens com maior proximidade ao primeiro-ministro. Ainda assim, Miguel Costa Matos garante que as juventudes partidárias “têm vantagens”, mas não são o “único caminho”
De acordo com o deputado, qualquer jovem “empreendedor”, “investigador” ou integrado em “associações juvenis” tem potencial para chegar a conversações com António Costa
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TEXTO: MARGARIDA COUTINHO
FOTOGRAFIA: HUGO DELGADO
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