Sociedade

Patriarcado diz que suspeitas de abuso sexual de pároco de Massamá foram arquivadas - e que este já não está suspenso

Patriarcado diz que suspeitas de abuso sexual de pároco de Massamá foram arquivadas - e que este já não está suspenso
Ilias Katsouras jr

A suspensão do pároco de Massamá foi levantada depois de terem sido arquivadas as suspeitas de abuso sexual de menor. No que diz respeito a outro padre, suspeito do envio de mensagens impróprias, o Ministério Público já arquivou, mas quanto ao processo canónico, o Patriarcado de Lisboa diz que continua “a aguardar instruções do Dicastério”

A suspensão do pároco de Massamá foi levantada depois de terem sido arquivadas as suspeitas de abuso sexual de menor investigadas pela hierarquia católica, informou esta terça-feira o Patriarcado de Lisboa.

A Comissão Diocesana de Proteção de Menores recebeu uma queixa sobre um possível caso de abuso sexual sobre menores, alegadamente cometido pelo pároco de Massamá, Sintra, segundo anunciara o Patriarcado de Lisboa, no passado dia 07 de outubro.

O sacerdote, de 64 anos, "suspendeu o exercício do ministério pastoral na comunidade que lhe estava confiada, aguardando o apuramento da verdade", adiantou na altura o Patriarcado de Lisboa, salientando que o caso seguia "os seus trâmites e encontra-se em segredo de justiça no foro canónico, assim como no Ministério Público".

Hoje, o Patriarcado dá conta que processo canónico diocesano foi arquivado, que a causa ficou concluída e "cessaram as medidas cautelares em vigor".

Na mesma informação, dá ainda conta da notificação, "pelo Ministério Público, do arquivamento do processo relativo ao envio de mensagens WhatsApp" envolvendo um outro sacerdote, capelão no Colégio S. Tomás, da Quinta das Conchas, em Lisboa.

Quanto ao processo canónico, o Patriarcado de Lisboa disse que continua "a aguardar instruções do Dicastério".

"O Patriarcado de Lisboa renova o seu compromisso em tudo fazer para erradicar esta dramática realidade dos abusos de menores e está sempre disponível para colaborar com as autoridades competentes, tal como para acompanhar as vítimas que assim o desejarem", prossegue a nota.

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