Sociedade

Monkeypox: OMS reporta menos casos mas pede aos países para não baixarem a guarda

Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS
Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS
SALVATORE DI NOLFI/EPA

Na última semana, confirmaram-se 3.400 novos casos, dos mais de 58.000 diagnosticados desde o início do surto, face ao qual a OMS declarou uma emergência internacional em julho

O diretor geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou esta quarta-feira que o número de novos casos de monkeypox continua a baixar a nível global, advertindo que não é o momento para “relaxar ou baixar a guarda”.

"Países e comunidades afetados devem continuar a trabalhar e os profissionais de saúde continuam a precisar de apoio para diagnosticar e tratar novos casos, assim como para evitar infeções”, sublinhou Tedros Ghebreyesus.

Na última semana, confirmaram-se 3.400 novos casos, dos mais de 58.000 diagnosticados desde o início do surto, face ao qual a OMS declarou uma emergência internacional em julho.

Os Estados Unidos reportaram 1.600 destes novos casos semanais, seguidos do Brasil (500), do México (280) e do Peru (210), enquanto na Europa, onde se registaram as primeiras infeções em abril, Espanha foi o país com mais casos diagnosticados (quase 200), de acordo com os dados atualizados pela OMS.

Durante o surto, confirmaram-se 22 mortes, das quais 14 em África, continente onde a doença é endémica há décadas nas regiões central e ocidental.

Os países com mais casos acumulados desde o início do surto sãos os Estados Unidos (mais de 21.000), Espanha (6.900) e Brasil (6.000). Portugal registou pelo menos 898 casos.

Tedros Ghebreyesus pediu hoje esforços especiais para a sequenciação em laboratório de genomas do vírus que causa a doença, para se “entender melhor como está a evoluir”.


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