Sociedade

Abertura de época adiada, caça proibida durante situação de alerta

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Abertura do período de caça coincide com situação de alerta decretada pelo Governo por causa do aumento de risco de incêndio. Guardas florestais em greve

19 agosto 2022 18:07

Eunice Lourenço

Eunice Lourenço

Editora de Política

O despacho, que envolve vários ministérios, ainda não foi publicado, ams o Expresso sabe que, no que diz respeito à caça a atividade será permitida, mas apenas até às 11h. A partir dessa hora, o Governo considera que o risco é maior, pelo que os caçadores não podem praticar tiro nos terrenos dedicados a esta atividade.

Segundo o calendário venatório publicado pelo Instituto para a Conservação da Natureza (ICNF), este domingo começa a caça aos pombos e aos patos, sendo também permitido caçar galinhas-de-água, pegas-rabudas e gralhas-pretas. A caça ao javali e ao veado é permitida durante todo o ano nos terrenos ordenados, mas ficará agora também sujeita ao limite das 11h.

Domingo vai ainda coincidir com uma greve dos guardas florestais da GNR, que exigem ao Ministério da Administração Interna negociações para a melhoria das condições de trabalho e dignificação da profissão.

Em comunicado, citado pela agência Lusa, no qual anunciam a greve, os guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR (SEPNA/GNR) querem a “definição da tabela remuneratória específica para a carreira profissional de guarda-florestal”, a “consagração dos suplementos remuneratórios, designadamente, por exercício de funções da carreira de guarda florestal e por trabalho em equipa de proteção florestal”.

Reivindicam ainda a “criação do Corpo de Guardas Florestais, com a adequada autonomia hierárquica e funcional”.

A greve dos guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR, foi marcada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais. A federação diz ter aguardado até 10 de agosto por uma resposta da secretária de Estado da Proteção Civil, a quem diz ter enviado propostas “para serem debatidas num calendário de reuniões entre 27 de agosto e07 de outubro”.

Como não recebeu resposta “decidiu avançar com uma paralisação de 24 horas” no domingo, dia da reabertura da caça a várias espécies cinegéticas.

Os guardas florestais já cumpriram um dia de greve e uma concentração junto ao ministério, no Terreiro do Paço, em Lisboa, a 15 de julho, também para exigir do Governo a abertura de um processo negocial para resolver as reivindicações apresentadas

A abertura da época de caça a várias espécies voadoras vai ser adiada devido ao aumento de perigo de incêndio, O Governo vai proibir a caça durante o período de alerta por causa do aumento de risco de incêndio. A abertura do período oficial de caça a várias espécies começa este domingo, dia 21, precisamente no mesmo dia em que tem início o período de alerta anunciado esta sexta-feira pelo Governo.

O despacho, que envolve vários ministérios, ainda não foi publicado, mas o Governo num primeiro momento considerou permitir a caça até às 11h, Mas acabou por decidir pela proibição total.

Segundo o calendário venatório publicado pelo Instituto para a Conservação da Natureza (ICNF), este domingo começa a caça aos pombos e aos patos, sendo também permitido caçar galinhas-de-água, pegas-rabudas e gralhas-pretas. A caça ao javali e ao veado é permitida durante todo o ano nos terrenos ordenados, mas ficará agora também proibida durante esta situação de alerta.

Domingo vai ainda coincidir com uma greve dos guardas florestais da GNR, que exigem ao Ministério da Administração Interna negociações para a melhoria das condições de trabalho e dignificação da profissão.

Em comunicado, citado pela agência Lusa, no qual anunciam a greve, os guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR (SEPNA/GNR) querem a “definição da tabela remuneratória específica para a carreira profissional de guarda-florestal”, a “consagração dos suplementos remuneratórios, designadamente, por exercício de funções da carreira de guarda florestal e por trabalho em equipa de proteção florestal”.

Reivindicam ainda a “criação do Corpo de Guardas Florestais, com a adequada autonomia hierárquica e funcional”.

A greve dos guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR, foi marcada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais. A federação diz ter aguardado até 10 de agosto por uma resposta da secretária de Estado da Proteção Civil, a quem diz ter enviado propostas “para serem debatidas num calendário de reuniões entre 27 de agosto e07 de outubro”.

Como não recebeu resposta “decidiu avançar com uma paralisação de 24 horas” no domingo, dia da reabertura da caça a várias espécies cinegéticas.

Os guardas florestais já cumpriram um dia de greve e uma concentração junto ao ministério, no Terreiro do Paço, em Lisboa, a 15 de julho, também para exigir do Governo a abertura de um processo negocial para resolver as reivindicações apresentadas

Notícia atualizada às 19h40 com informação da proibição total. Inicialmente, o Governo tinha considerador permitir caça até às 11h