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Universidades: Reitor de Lisboa acusa Ministério de não cumprir contrato. Reforço de verbas aquém da inflação

Luís Ferreira, 62 anos, assume a direção da UL e sucede a António Cruz Serra, de quem era vice-reitor
Luís Ferreira, 62 anos, assume a direção da UL e sucede a António Cruz Serra, de quem era vice-reitor

Ministério de Elvira Fortunato anunciou um aumento de 3,7% nas verbas para o próximo ano, com uma compensação adicional para as instituições que supostamente têm sido mais prejudicadas no financiamento. Universidade de Lisboa diz-se “lesada e desrespeitada”

O contrato foi assinado em 2019 com todas as instituições de ensino superior, é suposto vigorar até 2023 e entre as regras previstas prevê não só um reforço anual de 2% das verbas transferidas pelo Orçamento do Estado para universidades e politécnicos como uma compensação adicional no caso de a taxa de inflação média do ano anterior ser superior a esse valor.

Com tanta incerteza no mundo, há um dado tido como adquirido. O ano de 2022 vai terminar com uma inflação em Portugal acima dos 2%. E o reforço de 3,7% para 2023, anunciado pelo Ministério do Ensino Superior esta semana, quase de certeza não chegará para cobrir a inflação, ao contrário do previsto no contrato.

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