Sociedade

Caso Rosa Grilo: a advogada e ex-PJ vão ser julgados por plantarem provas no local do crime

9 julho 2022 12:50

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista

Arguidos arriscam três anos de prisão

josé sena goulão/lusa

Tânia Reis e João Sousa pronunciados por favorecimento pessoal. Simulação de crime e posse de arma proibida caíram

9 julho 2022 12:50

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista

Uma juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Loures decidiu levar a julgamento a ex-advogada e o ex-consultor forense de Rosa Grilo, a mulher condenada a 25 anos de prisão por ter planeado a morte do marido, Luís Grilo, praticante de triatlo. Tânia Reis e João Sousa, que foi inspetor da PJ, foram pronunciados por um crime de favorecimento pessoal: são suspeitos de terem “plantado” provas no local do crime, de forma a conseguirem a libertação ou mesmo absolvição da viúva, que cumpre atualmente a pena a que foi condenada na cadeia de Tires.

Os dois arguidos também tinham sido acusados pelo Ministério Público pelos crimes de posse de arma proibida e simulação de crime, mas a juí­za entende não haver indícios suficientes para os levar a julgamento por isso.