Sociedade

Militares. Máfia dos diamantes começou na piscina de um hotel de cinco estrelas e envolve mulher misteriosa

12 novembro 2021 23:00

Hugo Franco

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Raquel Moleiro

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Tiago Miranda

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Operação Miríade. Há 11 militares no centro da organização que envolvia mais de 60 pessoas e 40 empresas. O líder e o seu braço-direito estão em preventiva

12 novembro 2021 23:00

Hugo Franco

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Raquel Moleiro

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Tiago Miranda

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O Ledger Plaza Bangui é um oásis de conforto no meio da capital da República Centro-Africana (RCA). Deve ser o único sítio onde o pó vermelho da terra, fininho, não se cola à pele, ao cabelo, a todo o lado. Só por isso já justifica as cinco estrelas, mas é pela piscina que os militares portugueses, integrados na missão das Nações Unidas (MINUSCA) lá vão, em situações muito excecionais e número reduzido, para descomprimir depois de projeções mais longas e complicadas dentro do território. É como um banho de água fria na tensão.

Na tarde do dia 24 de janeiro de 2018, o comando Paulo Nazaré passou lá umas horas quando integrou a 2ª Força Nacional Destacada (FND), entre outubro de 2017 e março de 2018. Estava no convívio com os colegas, quando uma mulher, mais velha, sofisticada, o chamou do varandim do seu quarto com vista da piscina. Parecia de filme. Do que falaram, nessa e noutras conversas, ninguém sabe.