Às duas da tarde, na Escola Básica de Trajouce (Cascais) não há correrias, gritos e risos de crianças pelos pátios, salas e corredores. O silêncio é quase total. É preciso chegar à sala de expressões artísticas para ouvir as conversas soltas entre três rapazes, o Marinho e o Yusson, ambos de seis anos, e o Jaílson, de sete. Estão às voltas com os portáteis cedidos pelo Ministério da Educação com a ajuda de Marcos Braz, animador naquele estabelecimento de ensino. É ali, na zona com mais rede da escola, que vão ter as aulas enquanto se mantiver o lockdown.
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