Tiago Brandão Rodrigues: “As turmas não serão divididas”
04.07.2020 às 10h55
Visivelmente cansado, depois de quase nove horas de um intenso Conselho de Ministros onde se discutiu uma solução para a TAP, a nacionalização surpresa da Efacec e as regras para o próximo ano letivo, Tiago Brandão Rodrigues falou quinta-feira à noite com o Expresso sobre o que foi o período mais difícil nas escolas portuguesas e o que vai ter de mudar a partir de setembro. A regra será ter todos na escola. E se for preciso ir para casa, os mais novos e os mais carenciados manterão as aulas presenciais. Até ao final da legislatura, todos os alunos e professores do ensino público vão receber computadores.
Tendo em conta as aprendizagens que ficaram para trás, não fazia sentido começar mais cedo o próximo ano letivo?
Era muito complexo porque temos uma fase de exames a acontecer no início de setembro. Mas vamos prolongar o próximo ano letivo até ao final de junho, no jardim de infância, 1º e 2º ciclos, que não estão condicionados às épocas de exames. E teremos férias intercalares mais curtas, nomeadamente na Páscoa, para irmos ganhando dias, não só para recuperar e consolidar aprendizagens, mas também porque sabemos que poderá haver algumas vicissitudes.
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