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Sado: Falhas na monitorização das dragagens

Fernando Negreira

Sensores estão por colocar e instrumentos para detetar património arqueológico não são adequados, diz especialista

19 Janeiro 2020 9:06

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

Os instrumentos utilizados para a monitorização do património arqueológico subaquático que pode ser afetado pelas dragagens que se iniciaram há um mês no estuário do Sado são alvo de críticas por parte do arqueólogo Alexandre Monteiro. O investigador do Instituto de Arqueologia e Paleociências da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas considera que o magnetódromo utilizado funciona “como um termómetro para detetar um cancro”.

Também o estudo prévio feito na área arqueológica é visto como “superficial e incompleto”, já que, diz Alexandre Monteiro, “avaliou áreas sensíveis em terra e nos locais de deposição dos dragados mas não no local onde decorrem as dragagens”. O especialista questiona ainda a contratação de um arqueólogo que é simultaneamente vereador da Câmara Municipal de Sintra (pelo PCP, cor do município de Setúbal) para realizar os estudos.

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