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Pedro Adão e Silva: “Não sei o que é alta cultura ou cultura erudita”

Pedro Adão e Silva: “Não sei o que é alta cultura ou cultura erudita”
D.R.

O ministro Pedro Adão e Silva inicia esta terça-feira os percursos pelo país que o vão levar mais perto dos agentes culturais. A cada mês há um tema e um local. Desta vez quer “dar a conhecer e reconhecer” os movimentos urbanos

O título é metade do programa pretendido - “Percursos: a cultura que somos”. A iniciativa inédita criada pelo ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, pretende “dar voz à inclusão” e arriscar num movimento diferente do que tem sido feito até agora na área cultural.

Em declarações ao Expresso, Pedro Adão e Silva explicou que tudo começou com “o sentimento de que a agenda externa do ministro da Cultura dava sobretudo resposta aos convites que todos os dias chegavam”. Mas Adão e Silva sentiu que tinha de construir o seu próprio programa de saídas para lá das paredes do gabinete em Lisboa. Então, porque não aproveitar essa ideia para “dar visibilidade voz ao que é feito no país na sua diversidade?”

Foi, em resumo, assim que nasceu “A Cultura que Somos”. E, para começar, Adão e Silva “fez questão” de olhar para os movimentos culturais urbanos. Assim, esta terça-feira, o ministro começa o percurso de setembro às 9h30 com uma visita à montagem da exposição “Bairros”, que integra o Festival Iminente.

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