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Imigrantes ilegais no futebol português duplicam

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A maioria são sul-americanos que vêm, por conta própria ou com o apoio de redes de imigração ilegal, para prestar provas em clubes do Norte e Centro, noticia o JN

Muitos querem alcançar o sonho de jogar na Europa e veem Portugal como uma porta de entrada. Entram com um visto de turismo, o que lhes permite ficar três meses em território nacional, e chegam com o objetivo de prestar provas em clubes ou associações desportivas. Sozinhos ou com o apoio de redes de imigração ilegal.

Como avança este domingo o “Jornal de Notícias”, em apenas um ano o número de jogadores de futebol em situação ilegal detidos pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) mais do que duplicou, embora o número de ações de fiscalização tenha diminuído.

O SEF detetou, em 2018, 129 atletas em situação ilegal em 66 ações de fiscalização, mais do que os 59 identificados em 72 ações no ano anterior.

Muitos são atraídos pela promessa de um contrato profissional, deixada pelos dirigentes dos clubes, mas só quando chegam se deparam com dificuldades em obter a documentação necessária para regularizar a sua situação para serem jogadores de futebol em Portugal. E, quando as coisas não correm bem, muitos acabam abandonados.