Política

Costa e Marcelo alinhados, o toque a rebate de Guterres e os constrangimentos dos jornalistas: o primeiro dia da Conferência dos Oceanos

27 junho 2022 19:10

António Guterres e Marcelo Rebelo de Sousa na Conferência dos Oceanos, em Lisboa

rodrigo antunes/lusa

Para Portugal foi um arranque pleno de anúncios ambiciosos. Do Quénia, que coorganiza a conferência da ONU em Lisboa, chegou o lamento: o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável relativo aos oceanos é o mais subfinanciado. Deste dia inaugural sobrou o acesso condicionado da imprensa aos espaços do evento, que Marcelo prometeu “verificar”

27 junho 2022 19:10

O Presidente da República mostrou-se alinhado com as “promessas concretas e vinculativas” do primeiro-ministro. O ministro do Ambiente aproveitou uma conferência global para assinalar que a seca em Portugal é estrutural e não conjuntural. O secretário-geral das Nações Unidas socorreu-se de Pessoa e de um ditado suaíli para fazer “tocar a rebate os sinos” e dizer o óbvio: “sem um oceano saudável” não há como o planeta também o ser. Foi um primeiro dia da Conferência dos Oceanos da ONU marcado pela proclamação de boas intenções e por constrangimentos no acesso dos jornalistas, que Marcelo Rebelo de Sousa prometeu averiguar.