Pedro Mota Soares não tem dúvidas de que o seu CDS enfrenta uma emergência — e quer um congresso extraordinário, onde apoiaria Adolfo Mesquita Nunes. Diz que à direita falta quem seja “forte e claro” a fazer oposição. E abre espaço a Portas para Belém
Francisco Rodrigues dos Santos afirmou esta semana: “Comigo, o CDS continuará a erguer um muro entre a política e os negócios.” Sentiu-se visado?
Eu sou advogado, profissão que, aliás, o presidente do partido exercia até ser eleito. Se há uma coisa que o CDS sempre defendeu foi a independência que as pessoas têm de ter face à política. A consequência de não a terem é termos uma gestão feita só por boys e girls.
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