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Francisco Louçã: "O acordo deve ser uma valsa a três para maior pressão sobre o PS"

30.08.2020 às 18h25

O conselheiro de Estado e antigo coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, é da opinião que seria melhor um acordo de quatro anos do Governo com os partidos de esquerda e assume que preferia uma nova dança do BE e PCP com o PS. “Sem isso não haverá aumento do salário mínimo nacional, redução da precariedade ou reforço da saúde.” Uma conversa em que recorda as férias à boleia pela Europa e como é um avô ‘babado’

Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Entrevista

Jornalista

Nuno Botelho

Nuno Botelho

Fotografia

Fotojornalista

NUNO BOTELHO

Há sabores e lugares que são uma viagem até à infância. É o caso de uma antiga geladaria na Avenida da Igreja, em Alvalade, Lisboa, onde Francisco Louçã costumava ir à saída da escola. “Era um bocadinho caro para o bolso de um estudante, mas ficou esta memória, de uma boa geladaria.” Começamos pelo acordo à esquerda com o Governo que se anda a desenhar.

Costa afirmou ao Expresso que esta é uma oportunidade única para a esquerda estar junta até 2023, em tempos de uma grave crise económica, pandémica e social. Mas o BE mostrou-se disponível apenas para um acordo de um ano. Este é o momento certo para um casamento duradouro entre o BE e o PS?

Não sei o que o Bloco decidirá e não falo em nome dele. Na minha opinião, o Governo está a subestimar a natureza e o alcance da crise que estamos a viver. Se assim não fosse, não tinha deixado sair o ministro das Finanças em julho com o argumento de que a crise era leve e não colocava desafios de maior.

Costa deveria ter segurado Centeno?

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