Sigilo bancário justifica-se “para aquilo que cada um tem no banco”
25.01.2019 às 7h41
Rui Rio defende que é prioritário conhecer as condições em que foram feitos os créditos da CGD e acrescenta que, neste caso, não concorda com o sigilo bancário
Rui Rio defendeu que a prioridade é saber em que condições foram feitas os créditos da Caixa Geral de Depósitos e acrescentou que não concorda com o sigilo bancário. "Quanto é que alguns deviam ao banco e, pura e simplesmente, não pagaram e foram os contribuintes portugueses chamados a pagar esse dinheiro aí não vê que tenha de haver sigilo bancário", sublinhou.