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Política

Administração Trump quer “vigilância reforçada” a investimentos chineses em Portugal

Vice-secretário do Departamento de Estado esteve em Lisboa e avisou Governo para riscos na EDP e na REN

Vítor Matos

Vítor Matos

Editor de política

João Silvestre

João Silvestre

Editor de Economia

Administração norte-americana avisou Portugal que deve dar atenção redobrada, em termos de segurança nacional, aos investimentos estrangeiros em áreas sensíveis. Nomeadamente, quando os investidores são controlados por governos estrangeiros. Uma mensagem que tem como principal alvo os investimentos chineses na EDP e na REN — duas empresas cruciais no sector energético português —, embora estes não sejam mencionados explicitamente. O alerta vem de Roland de Marcellus, vice-secretário-adjunto do Departamento de Estado dos EUA para Finanças Internacionais e Desenvolvimento, que esteve em Portugal a 18 de dezembro. Precisamente 12 dias depois da passagem por Lisboa do Presidente chinês, Xi Jinping.

Em entrevista ao Expresso, questionado sobre se os investimentos chineses na EDP são uma fonte de preocupação para os EUA, Marcellus diz que os EUA recomendam uma “vigilância reforçada sempre que as empresas que adquirem sejam detidas ou controladas por um Governo estrangeiro, ou afiliadas”. Principalmente, “quando os investidores estrangeiros beneficiam de acesso a subsídios estatais que lhes dão uma vantagem desleal face aos concorrentes comerciais, ou quando estão a agir com base em motivações estratégicas e não de natureza comercial”.

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