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Política

Azeredo Lopes. PS pede "recato e serenidade"

TIAGO MIRANDA

Depois da demissão de Azeredo Lopes, o PS entende que é tempo de devolver "recato e serenidade" às Forças Armadas, acabando com a "disputa político-partidária" em torno daquela instituição

Os socialistas defendem que, depois da demissão de Azeredo Lopes, é momento de devolver à política e às Forças Armadas "recato e serenidade". Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta do PS, pede mesmo à oposição que se deixe de "disputas político-partidárias" em torno do assalto aos paióis de Tancos.

Em declarações aos jornalistas, a socialista disse "respeitar" a decisão do ministro da Defesa e sublinhou o facto de Azeredo Lopes ter aproveitado a carta que enviou ao primeiro-ministro para manifestar o "respeito" que nutre pelas Forças Armadas enquanto garante da soberania nacional.

Desafiada a comentar o facto de António Costa ter reiterado na quarta-feira a sua confiança política em Azeredo Lopes (para dois dias depois aceitar a sua demissão), Ana Catarina Mendes limitou-se a dizer que "António Costa fez a sua avaliação" da situação, tal como o ministro cessante, e agiram em conformidade.

A terminar, a deputada do PS frisou a importância de devolver "tranquilidade" às Forças Armadas e à política portuguesa, e dar todas as condições à "investigação para chegar a uma conclusão".