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Razões íntimas e um pouco indiscretas que me levaram a não aceitar o cargo de PGR

Já todos tínhamos a certeza de que Joana Marques Vidal não ia continuar como procuradora-geral da República. O argumento principal é que o excelente trabalho que ela fez precisava de ser continuado, e isso naturalmente impunha que fosse substituída, assim como os corredores de estafetas ou os pilotos das 24 Horas de Le Mans (aliás, o mesmo vai ter de suceder com o Presidente da República, e quero crer não trair algum segredo se disser que Marcelo Rebelo de Sousa, sobretudo depois da magnífica aula da semana passada, aparece bem posicionado para o fazer).

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