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Magra ou gorda, Taylor Swift não tem direito a ser frágil?

Magra ou gorda, sensata ou insensata, errada ou certa, Taylor Swift tem direito a ser frágil, tem direito a mostrar a sua sinceridade, a sua opinião, a sua visão das coisas. Se uma estrela não serve para esta comunicação sem filtros, serve para quê? Para posts filtrados por diretores de comunicação e músicas domesticadas por produtores?

Para certos critérios mais voluptuosos de beleza feminina, Taylor Swift é uma múmia num espeto; se fosse mais magra, até perdia qualquer beleza ou feminilidade, passaria a ser uma figura andrógina, um androide assexuado dos filmes de ficção científica. No entanto, Taylor Swift fez um post nas redes que mostra esta sequência: sobe para a balança; curva-se envergonhada ou apavorada e declara-se “gorda”. Como diz Eugénia Galvão Teles na crónica de sábado deste jornal, seguiu-se o habitual banzé ideológico que faz do corpo feminino um constante campo de batalha.

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