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Opinião

Presidente, governo, oposição... Por onde andam as referências políticas?

Num quase deserto de referências, Luís Montenegro tem dado passos positivos. De forma equilibrada e assertiva, sem demagogia, unindo em vez de dividir. Sobretudo, afastando-se do estilo crispado de Rui Rio e da sua infeliz ideia de posicionar o PSD ao centro, algo que só podia dar mau resultado

Não é novidade, o poder inebria e desgasta. Assim aconteceu com os longos governos de Cavaco Silva, António Guterres e José Sócrates. Se bem que por motivos distintos, todos com penosos últimos anos. Com o atual governo, de António Costa, não tem sido diferente.

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