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Crianças, funerais e cemitérios

21.10.2019 às 17h58

Entre as crenças e a ciência sobre a participação das crianças em cerimónias fúnebres. Na segunda das duas crónicas bimensais de outubro, o psicólogo clínico e forense Mauro Paulino escreve sobre um assunto de difícil abordagem por muitas famílias

Este não é um artigo de opinião habitual, mas sobre um tema universal que representa para muitas famílias uma séria dificuldade e cujo contributo da Psicologia importa ser partilhado por se afigurar útil na sua gestão. Desde os primórdios que a morte é tabu e que os adultos evitam dialogar e educar os filhos acerca da mesma. Baseados em inseguranças e crenças que ignoram a importância emocional dos rituais do luto, os adultos receiam que a ida das crianças a funerais resulte numa experiência potencialmente traumática e optam por não permitir a sua presença no funeral.

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