Opinião

Não, os professores não são 'brutos'

João Silvestre

João Silvestre

Editor de Economia

9 maio 2019 18:32

Como várias outras crises políticas no passado, a ameaça de demissão do Governo trouxe para o debate político uma questão que, de outra forma, continuaria provavelmente obscura nas conversas de economistas e académicos: a diferença entre impactos orçamentais brutos e líquidos. É um tema sempre estimulante para quem se interessa por política orçamental mas pouco ou nada diz à maioria das pessoas. Para muitos, a diferença entre os dois conceitos mede apenas o número de euros que se perdem entre o o salário nominal que vem escrito no recibo de vencimento e o valor que efetivamente lhe chega ao bolso depois dos descontos para IRS, Segurança Social ou Caixa Geral de Aposentações e, se for caso disso, ADSE.

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