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Violência contra ativistas ambientais: “Não se quer apenas gerar intimidação e medo, mas também que não exista uma mudança geracional”

Cartuchos deixados no bairro de Buenaventura, em fevereiro de 2021, que tem sido palco de confrontos entre dois grupos armados
Cartuchos deixados no bairro de Buenaventura, em fevereiro de 2021, que tem sido palco de confrontos entre dois grupos armados
LUIS ROBAYO

Há alertas ambientais a serem silenciados em vários locais do mundo. Na última década morreram mais de 1700 ativistas, e persistem ameaças contra quem insiste em vocalizar preocupações com o planeta. Que mensagem se transmite às gerações mais novas?

“Tive [ameaças através de] vários meios, algumas através de panfletos, através de comunicados que publicam nas redes sociais ou partilham. Também já sofri ameaças telefónicas, chamadas diretas em que dizem saber onde estou e que me vão matar. Vêm diferentes tipos de comunicados de grupos armados”, descreveu ao Expresso o ativista Óscar Sampayo. A Colômbia – onde vive – está entre os países com mais riscos de segurança para quem alerta para problemas ambientais.

A violência contra ativistas ambientais ao longo da última década é equivalente à morte de uma pessoa a cada dois dias. Dados da organização Global Witness divulgados em setembro mostram que morreram 1733 pessoas. Os países com maior risco situam-se na América Central e do Sul – só no ano passado houve 54 mortes no México, 33 na Colômbia e 26 no Brasil. No caso colombiano, o volume de perdas representa uma descida em comparação aos 65 mortos do ano anterior.

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