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Coreia do Norte efetuou sétimo disparo de míssil em duas semanas

Coreia do Norte efetuou sétimo disparo de míssil em duas semanas
KIM HONG-JI/REUTERS

A Coreia do Sul acusou a Coreia do Norte de ter disparado um míssil balístico em direção à sua costa leste

O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul acusou este sábado a Coreia do Norte de ter disparado um míssil balístico em direção à sua costa leste. O vizinho do sul disse que o lançamento foi feito às primeiras horas de domingo (hora local, mais oito horas que em Lisboa), mas não deu mais detalhes sobre a distância que o projétil percorreu.

A confirmar-se, será o mais recente de uma série de testes de armas nos últimos dias.

O governo japonês também anunciou que a Coreia do Norte disparou o que lhe parece ser um míssil balístico, com a emissora nacional NHK a relatar que dois mísseis podem ter sido lançados.

O incidente marcaria o sétimo lançamento deste tipo desde 25 de setembro.

Na quarta-feira, a Coreia do Norte lançou também dois mísseis balísticos de curto alcance, em direção às águas próximas da península coreana, depois de os Estados Unidos terem destacado um porta-aviões para perto, que também viria em resposta ao anterior lançamento por parte de Pyongyang de um míssil de capacidade nuclear sobre o Japão.

Os últimos lançamentos de mísseis sugerem que o líder norte-coreano, Kim Jong-un está determinado a continuar com os testes de armas destinados a impulsionar o seu arsenal nuclear, desafiando as sanções internacionais. Muitos especialistas dizem que o objetivo de Kim é acabar por ganhar o reconhecimento dos EUA como Estado nuclear legítimo e o levantamento dessas sanções, embora a comunidade internacional não tenha mostrado sinais de permitir que isso aconteça.

Os últimos mísseis foram lançados com 22 minutos de diferença, caindo entre a península coreana e o Japão, disse o chefe do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul em comunicado. Os detalhes do voo foram semelhantes às avaliações japonesas anunciadas pelo ministro da Defesa, Yasukazu Hamada, que confirmou que os mísseis não atingiram a zona económica exclusiva do Japão.

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